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Restauração

O ambiente sonoro que faz os seus clientes ficarem à mesa

A música certa, no volume certo, no momento certo do serviço, sem playlists improvisadas nem preocupações com direitos de execução pública. Abra o restaurante, o som fica por nossa conta.

Conta média mais alta

Um tempo lento à noite prolonga a refeição e ajuda a vender sobremesa, café, digestivo. A música trabalha na conta a cada serviço, sem esforço da sua equipa.

Um ambiente por serviço

Almoço com mesas a rodar, café da tarde, jantar que se prolonga: o ambiente muda sozinho no horário certo. Ninguém toca na coluna de som a meio da hora de ponta.

Várias salas, uma só gestão

Esplanada, sala, bar: cada zona tem o seu ajuste. Para um grupo, alinha todos os seus estabelecimentos a partir de um único local, sem ter de percorrer cada coluna de som.

Difusão em conformidade

Catálogo licenciado para uso comercial, ao contrário de uma conta pessoal do Spotify. Difunde com tranquilidade, com os direitos de execução pública em dia.

Um cliente entra às 20h30. Antes mesmo de abrir a ementa, já avaliou a sala: a luz, o cheiro que vem da cozinha, e o som. No primeiro segundo, a música diz-lhe se está num lugar onde se janta com calma ou num sítio onde se engole o prato à pressa.

É o ajuste a que se dedica menos atenção, e no entanto o que está sempre a funcionar, serviço após serviço. Eis como sonorizar um restaurante que soa bem, e porque é que isso pesa na conta.

O tempo decide a duração da refeição

A música de fundo não é decoração. Ela muda o comportamento à mesa, e isso está documentado. O estudo mais citado continua a ser o de Ronald Milliman (1986): num restaurante, uma música de tempo lento prolonga o tempo passado à mesa e aumenta claramente as vendas de bebidas face a um tempo rápido. Na Universidade de Leicester, substituir a música pop por música clássica fez subir o valor médio da conta, o local parecia mais requintado.

Traduzido para a sua sala:

  • um tempo lento à noite convida a repetir uma sobremesa, um café, um digestivo;
  • um ritmo mais vivo ao almoço ajuda as mesas a rodar na hora de ponta;
  • um estilo coerente com o seu posicionamento aumenta o valor percebido da refeição;
  • um volume controlado evita que as mesas se despachem e que a equipa tenha de gritar os pedidos.

Volume e horários: os dois ajustes que falham mais

O volume, primeiro. Demasiado alto, as mesas fecham-se sobre si mesmas e saem mais cedo; demasiado baixo, cada barulho de talher torna-se audível e o ambiente esmorece. O nível certo: dois clientes conseguem falar sem forçar a voz. Regra simples: ajuste sentado, na sala, à altura do cliente, não de pé junto à coluna de som.

O horário, depois. Um almoço rápido, um café da tarde e um jantar não pedem a mesma energia. Ninguém muda de playlist três vezes por dia a meio do serviço: é aí que está o valor de uma programação por horário, em que o ambiente muda sozinho no momento certo.

E se tem uma esplanada, trate-a como uma sala à parte. O som ali dispersa-se no vazio sonoro da rua, a concorrência das vozes e das motas é real: exige o seu próprio ajuste, normalmente um pouco mais presente do que na sala.

Várias salas, vários endereços, um único som

Sala, bar, esplanada: cada zona tem o seu ambiente e o seu volume. Para um grupo de restaurantes, o desafio não é escolher uma playlist, é manter a mesma identidade em todos os endereços sem passar as noites a percorrer cada coluna de som.

É aqui que a Horra entra. Um catálogo licenciado para uso comercial (ao contrário de uma conta pessoal do Spotify, que o deixa fora da lei), uma programação por zona e por horário, e uma gestão multi-sites a partir de uma única interface. Abre o restaurante, cozinha, recebe os clientes, e o som mantém-se certo o dia inteiro.

Perguntas frequentes

Que música pôr num restaurante consoante o momento do dia?

O almoço pede um ritmo mais vivo que ajuda as mesas a rodar; o café da tarde, algo calmo e discreto; o jantar, um tempo lento que convida a demorar. O ideal é uma programação por horário: o ambiente muda sozinho no momento certo, sem que nenhum empregado tenha de tocar em nada.

Pode usar-se o Spotify ou uma rádio num restaurante?

Não com uma conta de uso pessoal: as contas pessoais de Spotify, Deezer e Apple Music proíbem o uso comercial nas suas condições de utilização. Um restaurante precisa de uma solução B2B com um catálogo licenciado para difusão pública, com os direitos de execução pública devidamente tratados.

A que volume regular a música numa sala de restaurante?

No nível em que duas pessoas à mesa conseguem falar normalmente, sem forçar a voz. Ajuste o som sentado na sala, à altura do cliente, nunca de pé junto ao bar, perto da coluna de som: o que se ouve ao balcão não tem nada a ver com o que se ouve na mesa do fundo.

Como gerir a música em vários restaurantes ao mesmo tempo?

Com uma solução multi-sites, cada zona (sala, esplanada, bar) mantém o seu próprio ajuste, e gere todos os seus estabelecimentos a partir de uma única interface. Alinha a identidade sonora de todo um grupo sem ter de se deslocar de restaurante em restaurante.

Pronto para sonorizar o seu restaurantes?

O Horra trata da música, das mensagens e da conformidade, em minutos.

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