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Comércio & retalho

O som que transforma curiosos em compradores

Uma assinatura sonora à imagem do seu concept store, ajustada para prolongar a visita e aumentar o valor da compra. Multi-sites, sem complicações, e em conformidade com os direitos de execução pública.

Mais tempo nos corredores

Um tempo ajustado ao ritmo certo faz abrandar o passo dos seus visitantes. Demoram-se, tocam, comparam, e o valor médio da compra acompanha.

A sua marca, ao ouvido

Uma curadoria que prolonga o seu universo, do concept store de decoração à mercearia fina. O som conta a mesma história que as suas montras.

Multi-sites controlado à distância

Uma única interface para todas as suas lojas. Muda o ambiente de um ou de dez pontos de venda com um clique, sem tocar nas colunas de som.

Em conformidade, sem Spotify pessoal

Catálogo licenciado para difusão em espaço comercial, sem publicidade nem temas fora de propósito. Mantém-se coberto do lado dos direitos, ao contrário de uma conta de uso pessoal.

Um concept store não é mais uma secção numa galeria comercial. É um universo que se descobre ao abrir a porta: uma seleção, uma visão própria, uma atmosfera. Ali, a música não é um fundo que se liga de manhã e se esquece, é parte da decoração, tal como a iluminação e a disposição do espaço. Bem ajustada, faz os visitantes ficar e descobrir mais produtos. Mal ajustada, empurra-os para fora sem que saibam porquê.

O tempo, o seu acelerador de descoberta

Numa loja onde se quer convidar a passear, o tempo é o ajuste mais subestimado. Uma música lenta abranda o passo: o visitante demora-se diante de um expositor, pega numa peça, olha para uma segunda. Uma música rápida, essa, faz-o passar por cima e sair.

  • 60 a 90 BPM: o cliente demora-se, explora a seleção, deixa-se surpreender.
  • Acima de 120 BPM: acelera, passa o olhar rapidamente, dirige-se à saída.
  • Nas horas de maior afluência: um pouco mais vivo para sustentar o fluxo e evitar que o ambiente adormeça.

O tempo deve, portanto, acompanhar a hora, o que uma programação por horário faz sozinha, sem que um vendedor toque na coluna de som a meio da afluência.

O estilo, é o seu conceito que fala

Um concept store vende uma coerência antes de vender produtos. A música deve prolongar o que o cliente vê e toca: uma seleção de decoração sofisticada, uma mercearia fina, uma mistura moda-design multimarca. Três universos, três assinaturas sonoras. Quando o som combina com o local, tudo “se aguenta”; quando destoa, o cliente sente-o sem saber porquê.

A verdadeira armadilha é deixar a escolha ao acaso: o último vendedor que pegou na coluna de som, a sua rádio e as suas interrupções publicitárias, um dia de uma forma, no dia seguinte de outra.

Corte a música cinco minutos a meio do dia. Se o ambiente se desmoronar, é porque ela estava mesmo a fazer o seu trabalho.

Do lado do volume, o nível certo é aquele em que um cliente e um vendedor conseguem falar sem forçar a voz. Ajuste-o caminhando pelos corredores, à altura do cliente, não perto da caixa, onde o som não tem nada a ver com o que se ouve no fundo da loja.

Vários endereços, uma só identidade

Muitos concept stores crescem abrindo um segundo, um terceiro endereço. O risco: que cada loja soe de forma diferente. Uma gestão multi-sites centralizada resolve isso: define-se uma assinatura comum, depois ajusta-se uma loja ou uma zona precisa (o canto da livraria, a parte da moda) sem se deslocar. Para lançar uma coleção, uma mensagem áudio envia-a para todos os seus pontos de venda de uma só vez.

Último ponto que se esquece: difundir música num local aberto ao público é uma execução pública. Implica direitos de execução pública, e uma conta pessoal do Spotify não o coloca em conformidade, a fonte tem de estar licenciada para espaços comerciais.

É exatamente o que a Horra faz: uma curadoria pensada para o retalho, uma programação por horário e por zona, em multi-sites e sobre um catálogo em conformidade. Ajusta uma vez, funciona sozinho, e nota-se no valor médio da compra.

Perguntas frequentes

Que música difundir num concept store?

Uma curadoria que prolonga o universo do local, em vez de uma rádio genérica. Num concept store multimarca, o estilo deve manter-se coerente de um espaço para outro, evitando ao mesmo tempo o cansaço, com um tempo calmo (60 a 90 BPM) nas horas de calmaria para convidar a passear. O ideal é uma programação por horário que acompanha o fluxo do dia sem intervenção de um vendedor.

A música aumenta mesmo as vendas numa loja?

Sim, indiretamente. Uma música de tempo lento prolonga o tempo passado na loja, e quanto mais um cliente fica, mais artigos descobre e mais a compra cresce, um efeito documentado desde os trabalhos de Milliman nos anos 80. O impacto depende sobretudo da coerência entre a música, a marca e o momento: uma banda sonora mal escolhida pode, pelo contrário, encurtar a visita.

Pode usar-se o Spotify ou o Deezer pessoal na loja?

Não. As subscrições de uso pessoal proíbem explicitamente o uso comercial nas suas condições e não cobrem a difusão pública. Uma loja tem de recorrer a um serviço B2B com um catálogo licenciado para espaços comerciais, e mantém-se sujeita aos direitos de execução pública consoante a sua atividade.

Como gerir a música em várias lojas ao mesmo tempo?

Com uma solução multi-sites, cada ponto de venda difunde a partir de uma programação centralizada que controla à distância. Mantém uma identidade sonora comum ao mesmo tempo que ajusta uma loja ou uma zona específica, sem se deslocar nem regular cada coluna de som à mão.

Pronto para sonorizar o seu boutiques & concept stores?

O Horra trata da música, das mensagens e da conformidade, em minutos.

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