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Hotelaria & lazer

O seu hotel é avaliado logo nas primeiras notas do lobby

Uma identidade sonora coerente do hall ao spa, ajustada por zona e por momento do dia. Gere tudo à distância, com um catálogo licenciado para uso comercial.

Uma identidade, não uma rádio

O hall, o bar, o spa e o pequeno-almoço não contam a mesma história. Cada zona recebe o seu próprio ambiente, fiel ao posicionamento da sua marca.

Adapta-se à hora do dia

Despertar suave ao pequeno-almoço, energia a subir ao final da tarde, calma à noite: a programação muda sozinha nos horários certos, sem envolver a receção.

Multi-unidades, um único ecrã

Grupo ou cadeia, alinha todas as suas unidades ou deixa cada uma respirar à sua maneira, a partir de um único painel. Zero pen drives a passear de mão em mão.

Em ordem, sem margem para dúvidas

Catálogo licenciado para uso comercial. Chega de contas Spotify pessoais ligadas às escondidas na coluna do lobby.

Um hóspede chega depois de seis horas de viagem. Empurra a porta do hall, pousa a mala, espera pelo check-in. O que ouve nesses trinta segundos já lhe diz que tipo de noite o espera: um lugar que cuida dos detalhes, ou um átrio de aeroporto com uma planta ao canto. O som, num hotel, começa a trabalhar antes mesmo do sorriso da receção.

E ainda assim é muitas vezes o ponto cego. Cuida-se dos lençóis, da iluminação, do cheiro do hall, e depois liga-se uma rádio FM com os seus cortes publicitários, ou um telemóvel em Bluetooth que chia. Eis como sonorizar um hotel zona a zona, do lobby ao spa, sem ter de pensar nisso todas as manhãs.

Uma identidade sonora por zona, não uma playlist para o hotel inteiro

O erro mais comum: a mesma música em todo o lado. Mas um hotel é feito de vários ambientes que coexistem, e cada um tem o seu próprio papel.

  • O lobby é o seu aperto de mão sonoro. Tempo moderado, envolvente, nunca falado: jazz suave, lounge, deep house discreta ou néo-clássico, consoante o padrão do hotel. O hóspede deve senti-lo sem o ouvir.
  • O bar e o lounge ganham energia ao final do dia. É aqui que se prolonga uma bebida, e um ritmo um pouco mais vivo estica o tempo passado, logo a conta.
  • O pequeno-almoço pede algo luminoso e leve, que desperta sem incomodar. Uma bossa nova, um pop suave, um folk discreto.
  • O spa e o espaço de bem-estar vivem de ambient e de silêncio controlado. Aqui, qualquer camada sonora demasiado presente quebra o relaxamento.
  • Os corredores e o elevador contentam-se com um fio sonoro discreto que evita o vazio incómodo, sem nunca chamar a atenção.

O fio condutor: uma coerência de marca de uma zona para a outra. O hóspede muda de espaço, a energia muda, mas continua a sentir que está no mesmo hotel.

O volume e a hora: os dois ajustes que se falham

Pode ter-se a melhor seleção do mundo, dois detalhes bastam para a estragar.

O volume. Alto demais no spa e quebra-se o relaxamento; baixo demais no bar e o ambiente esmorece à medida que a sala enche. O reflexo certo: ajustar cada zona no próprio local, à altura do hóspede, sentado no sofá do lobby, deitado na marquesa do spa, e não de pé junto à coluna. O que a equipa ouve atrás do balcão nada tem a ver com o que o hóspede ouve.

A hora. Um hotel vive em ciclos: despertar do pequeno-almoço, calma da tarde, energia ao final do dia, regresso ao suave já tarde. Ninguém na receção vai mudar a música quatro vezes por dia a meio do rush do check-out. É aqui que uma programação por faixa horária faz todo o trabalho: o ambiente muda sozinho, no momento certo, em cada zona.

O bom som de hotel é aquele que ninguém repara, mas que faz sentirmo-nos bem ainda antes de pousar a mala.

Dois temas que ganham peso assim que se gere mais do que uma unidade.

A gestão à distância, primeiro. Se explora vários hotéis, alinhar a identidade sonora de cada um a partir de um único ecrã evita improvisos locais, a pen drive esquecida, o estagiário que põe a sua playlist, o bar que soa diferente de uma unidade para a outra. Decide o que é comum à marca e o que cada diretor pode ajustar.

A licença, depois. Difundir música num espaço aberto ao público é uma execução pública de obras protegidas: isso declara-se e paga-se, através dos direitos de execução pública devidos aos autores, compositores e artistas. Ligar uma subscrição pessoal de Spotify não resolve nada: o uso comercial é proibido nesses termos, e acumula-se um contrato incumprido e direitos por regularizar. Um hotel sério transmite a partir de uma fonte licenciada para uso profissional.

Ajustado uma vez, funciona sozinho

Sonorizar um hotel não é encontrar A playlist. É alinhar uma identidade por zona, um volume ajustado à altura do hóspede, uma programação que acompanha o dia, e uma fonte em ordem do lado dos direitos, tudo isto gerível à distância se gere várias unidades.

É exatamente disto que a Horra trata: ambientes pensados para a hotelaria, uma programação por zona e por horário, um catálogo licenciado para uso comercial, e um único painel para todas as suas unidades. Deixa de improvisar na coluna do lobby, e o som faz a sua parte do trabalho em cada chegada.

Perguntas frequentes

Que música tocar no lobby de um hotel?

O lobby pede uma música envolvente, de tempo moderado, que acolhe sem se impor: jazz suave, deep house discreta, néo-clássico ou lounge, consoante o padrão do hotel. É o primeiro contacto sonoro do hóspede, e deve prolongar o que o espaço já comunica. Evitam-se êxitos muito conhecidos ou letras que prendem o ouvido: a música deve sentir-se, não ouvir-se.

Pode usar-se Spotify ou Deezer num hotel?

Não, não com uma conta de uso pessoal. As subscrições pessoais de Spotify, Deezer ou Apple Music proíbem o uso comercial nos seus termos e não cobrem a difusão pública. Um hotel precisa de uma solução B2B licenciada para uso profissional, com um catálogo pensado para espaços comerciais.

É preciso música diferente consoante os espaços do hotel?

Sim. Um lobby, um spa, um bar e uma sala de pequeno-almoço são zonas acústicas e emocionais distintas. O spa pede um ambiente muito calmo, o bar mais energia ao final do dia, o pequeno-almoço algo luminoso. Tocar a mesma playlist em todo o lado é desperdiçar a experiência e cansar a equipa.

A música ambiente influencia mesmo a experiência do hóspede no hotel?

Sim, e é algo que se nota. A música molda a perceção da espera na receção, o tempo passado (e consumido) no bar, e a sensação de calma no spa. Um fundo sonoro coerente reforça o valor percebido do estabelecimento e pesa nas avaliações online, onde o ambiente é referido com frequência.

Pronto para sonorizar o seu hotéis?

O Horra trata da música, das mensagens e da conformidade, em minutos.

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