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Comércio & retalho

Um visitante que fica é uma compra que cresce

A Horra sonoriza a sua galeria zona a zona, átrio, food court, circulações, com um fundo coerente que prolonga o tempo de visita. Uma única interface para todos os seus sites, uma licença feita para o uso comercial.

Mais tempo no local

Uma trama unificadora no tempo certo suaviza o ambiente e convida a passear. Quanto mais o visitante fica, mais lojas vê, mais compra.

Cada zona no seu lugar

Átrio, food court, corredores, zonas de descanso: cada zona tem a sua acústica e a sua energia. Controle o volume e o estilo separadamente, sem que o food court imponha o seu ritmo à zona de descanso.

Funciona sozinho

Ambiente suave na abertura, mais ritmado nas horas de maior afluência, mais calmo antes do fecho. A programação por horário muda sem que um assistente de acolhimento toque num botão.

Multi-sites, uma única interface

Controle todas as suas galerias a partir de um único painel. Uma alteração aplica-se em todos os sites com um clique, esteja a sede onde estiver.

Um centro comercial não se avalia pelo número de entradas, mas pelo tempo que as pessoas ali passam. Cada minuto ganho é mais uma loja avistada, uma compra que tem tempo de crescer. O som pesa nesta equação, desde que se deixe de o ligar à pressa.

A armadilha clássica: achar que uma galeria é uma grande loja. Uma loja é um local, uma identidade, um som. Uma galeria são dezenas de universos lado a lado, mais circulações, um food court, zonas de descanso, cada um com a sua acústica e a sua função. Sonorizá-los em bloco é condenar-se a um compromisso mal ajustado.

O fundo comum não vende nada, faz circular

Nos corredores e no átrio, a música não impulsiona nenhum produto. O seu trabalho é dar um fio condutor: uma trama discreta que liga as zonas e dá coerência ao mosaico das lojas. Bem conseguida, quase não se ouve, mas faria falta se fosse cortada. Um centro sem música ressoa a carrinhos, saltos e conversas metálicas.

Daí uma regra simples para as circulações: unificador e neutro, nunca marcante. A faixa de assinatura de uma loja streetwear seria um contrassenso no corredor de uma galeria familiar. O fundo comum apaga-se; as lojas, essas, afirmam-se.

Pensar por zonas, não num único ambiente

É aqui que tudo se joga num grande espaço. Cada zona tem a sua afluência, a sua acústica e a sua função:

  • Corredores e átrio, fundo unificador, tempo moderado, volume medido à altura do ouvido nas horas de maior movimento (não num corredor vazio de manhã).
  • Food court, mais vivo e acolhedor, sustenta a convivialidade e a rotação das mesas.
  • Zonas de descanso, casas de banho, elevadores, discreto, quase em segundo plano, para respirar.
  • Entradas e parques cobertos, um acolhimento sonoro que dá o tom desde a chegada.

Controlar cada zona à parte evita que o food court imponha a sua energia à zona de descanso ao lado, algo que a equipa não tem tempo de ajustar à mão, coluna a coluna.

A hora do dia muda tudo

Uma terça-feira às 10h, alguns carrinhos de bebé. Um sábado às 16h, uma maré humana. Um domingo à noite, um ambiente que convida a terminar as compras sem se instalar. Ninguém vai reprogramar três vezes por dia dezenas de pontos de difusão: a programação por horário faz isso sozinha. No fecho, uma trama que abranda suavemente empurra para a saída, o trabalho de um anúncio no microfone, mas de forma mais elegante.

Resta o enquadramento legal, não negociável a esta escala: a difusão pública implica direitos de execução pública. Uma conta de streaming pessoal ligada ao som está duplamente fora da lei: uso proibido, direitos não cobertos.

É disso que a Horra trata: playlists pensadas para espaços que recebem público, um controlo por zona e por horário, multi-sites a partir de uma única interface, sobre um catálogo licenciado B2B. Para que uma galeria inteira soe bem, e o tempo de visita trabalhe a seu favor.

Perguntas frequentes

Que música difundir num centro comercial?

Nas partes comuns, um fundo instrumental ou vocal suave, de tempo moderado, coerente com o posicionamento da galeria. O papel das circulações não é vender um produto mas ligar os universos entre si: a música deve manter-se unificadora e neutra, para não entrar em conflito com a música própria de cada loja.

É preciso pagar direitos para difundir música num centro comercial?

Sim. Assim que um espaço recebe público e difunde obras protegidas, são devidos direitos de execução pública a autores, compositores, editores, artistas e produtores. Uma subscrição de streaming de uso pessoal não cobre este uso, e as suas condições até o proíbem.

É possível gerir vários centros a partir de um único local?

Sim. A Horra centraliza o controlo de todos os seus sites numa única interface: cada galeria, cada zona e cada horário ajusta-se à distância. Um ajuste decidido na sede aplica-se em todo o lado sem deslocar ninguém, e sem instalar um posto local por centro.

Uma conta do Spotify ou do Deezer chega para sonorizar uma galeria?

Não, por duas razões. Primeiro, estes serviços proíbem o uso profissional nas suas condições de utilização. Depois, uma subscrição pessoal não cobre os direitos de execução pública devidos pela difusão ao público. Para um espaço que recebe público, é preciso uma fonte licenciada para uso B2B.

Pronto para sonorizar o seu centros comerciais?

O Horra trata da música, das mensagens e da conformidade, em minutos.

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