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Restauração

A música certa mantém os seus clientes por mais uma ronda

O som que faz a noite durar mais. Um ambiente que sobe com a sala, do aperitivo tranquilo ao pico de sábado à noite, sem que a equipa saia de trás do balcão.

A conta média sobe

Um bar onde as pessoas se sentem bem é mais uma ronda antes de sair. O tempo certo no momento certo retém os clientes quando a sala enche.

O ambiente muda sozinho

Aperitivo calmo, subida ao longo da noite, pico de fim de semana: a programação por horário muda o som no momento certo. A equipa mantém-se atrás do balcão.

Zero complicações multi-sites

Dois, cinco ou vinte bares? Ajusta o ambiente de cada zona (balcão, esplanada, sala do fundo) a partir de um único ecrã, cada uma com o seu estilo.

Em conformidade, a sério

Catálogo licenciado para uso comercial, não uma conta pessoal do Spotify proibida num espaço aberto ao público. A difusão fica em regra desde o início.

Um bar sem música é um silêncio incómodo onde se ouve o frigorífico das cervejas. Um bar com a música errada, demasiado alta ao aperitivo, demasiado fraca à meia-noite, a mesma playlist há três anos, é pior: os clientes acabam a bebida e vão-se embora. Entre os dois, há o som que faz ficar. Aquele que transforma “só mais uma antes de ir” numa ronda a mais. Eis como o ajustar, hora a hora.

O ambiente acompanha a curva da noite

A maioria dos bares deixa a mesma playlist a tocar do início ao fim. Erro. Uma noite de bar é uma subida de energia, e o som tem de a acompanhar.

  • Happy hour / aperitivo (17h-20h): tempo baixo, volume discreto. Funk, soul, indie, groove tranquilo. As pessoas chegam, conversam, instalam-se. A música cria o ambiente sem roubar a conversa.
  • Noite (20h-22h30): a sala enche, o burburinho aumenta, o volume e o tempo acompanham. Pop, rock, faixas mais marcadas. A energia sobe com a sala.
  • Pico / fim de semana (a partir das 22h30): é o auge. Seleção energética, refrões conhecidos, o que faz o balcão cantar. Ninguém quer lounge a esta hora.

A verdadeira armadilha é achar que se vai mudar de playlist à mão quatro vezes por noite, a meio da hora de ponta. Ninguém o faz. Uma programação por horário muda o ambiente sozinha, no momento certo, e os seus empregados mantêm as mãos nos copos.

O volume: um pouco acima das conversas

Um bar que mantém o mesmo volume a noite toda soa sempre mal: demasiado alto às 18h, demasiado fraco à 1h.

A referência é simples. A música deve manter-se um pouco acima do nível das conversas: presente, sem obrigar ninguém a gritar. Demasiado baixa, o silêncio torna-se incómodo. Demasiado alta, os clientes cansam-se e encurtam a noite. À medida que a sala enche, o volume deve subir com ela, senão o som afunda-se e o local parece morto mesmo estando cheio.

Um ambiente por zona (e por bar)

Um balcão, uma esplanada e uma sala do fundo não têm as mesmas necessidades. A esplanada quer sol nos ouvidos ao aperitivo; o fundo da sala, algo mais discreto. Gerir cada zona separadamente evita o som único que não combina com nenhum canto do bar.

E se gere vários endereços, ajustar a música de cinco bares à mão torna-se insustentável. Uma difusão controlada à distância permite programar tudo a partir de um único ecrã, mantendo cada estabelecimento o seu estilo.

Difundir em conformidade, desde o início

Num espaço aberto ao público, a música implica direitos de execução pública, devidos a autores e compositores, e a artistas e produtores. A conta pessoal do Spotify do gerente ligada às colunas não resolve nada: as subscrições de uso pessoal proíbem o uso comercial e não cobrem nenhum destes direitos. Vale mais partir de uma fonte pensada para bares.

É isso que a Horra faz: playlists pensadas para bares e pubs, um catálogo licenciado para uso comercial, uma programação por horário e por zona, e a possibilidade de inserir uma mensagem para anunciar o happy hour ou o concerto de sábado. Ajusta uma vez, e tudo soa bem, da primeira à última ronda.

Perguntas frequentes

Que música tocar num bar ou pub?

Depende da hora. No início do serviço, mantenha um tempo baixo (funk, soul, indie, clássicos discretos) para se conseguir conversar ao balcão. À noite, o tempo e o volume sobem com a sala: pop, rock, um groove mais marcado. No pico do fim de semana, uma seleção energética faz a sala cantar. A regra é ter um ambiente que acompanha a curva da noite, não uma única playlist em loop.

Pode usar-se o Spotify ou o Deezer num bar?

Não, não as contas de uso pessoal. As suas condições de utilização proíbem explicitamente o uso comercial, e não cobrem os direitos de execução pública devidos a autores, compositores, artistas e produtores. Um bar que difunde música ao público precisa de uma solução B2B com um catálogo licenciado para espaços profissionais.

Que volume usar num bar?

Bastante baixo no início da noite, para se conseguir falar sem forçar a voz, subindo progressivamente à medida que a sala enche e o burburinho aumenta. Um bar que mantém o mesmo volume a noite toda soa sempre mal: demasiado alto às 18h, demasiado fraco à 1h. O volume deve ficar sempre um pouco acima do nível das conversas, nunca alto o suficiente para as cobrir.

Como gerir a música em vários bares ao mesmo tempo?

Com uma solução de difusão controlada à distância, programa cada estabelecimento, e cada zona dentro dele, a partir de uma única interface. Cada bar mantém a sua identidade sonora, os seus horários, o seu volume, sem que ninguém tenha de tocar numa coluna de som no local. Ideal para um grupo ou uma marca que queira um som coerente em todo o lado.

Pronto para sonorizar o seu bares & pubs?

O Horra trata da música, das mensagens e da conformidade, em minutos.

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