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Ambientes · Cocktails

Playlist cocktails: a banda sonora de um bar em ascensão

A hora do cocktail tem o seu próprio ritmo: nem já a calma do dia, nem ainda a febre da noite. A playlist certa acompanha essa subida, do primeiro copo à noite que se instala. Eis como a construir.

Cocktail colorido pousado num balcão de bar

O ritmo particular do aperitivo

A hora do cocktail é uma transição: os clientes deixam o dia e entram na noite. A música deve acompanhar essa mudança, sem a precipitar. Demasiado calma, deixa o local adormecido; demasiado alta cedo demais, quebra a conversa. A dose certa é uma subida progressiva.

Uma playlist que sobe de intensidade

Pense na noite como uma curva:

  • Início de noite (aperitivo): lounge, deep house suave, nu-jazz. Elegante e suave, deixa-se falar.
  • A sala enche: nu-disco, funk, soul groovy. A energia instala-se.
  • A noite no auge: grooves mais marcados, disco, house luminosa, consoante o espírito do local.

O fio condutor continua a ser a elegância: um bar de cocktails cuida do seu ambiente tanto quanto dos seus copos.

O volume acompanha a afluência

Um bar de cocktails não se configura de uma vez por todas. Moderado no aperitivo para deixar a conversa fluir, um pouco mais alto quando a sala está cheia e animada. O volume acompanha a energia, sem nunca forçar os clientes a levantar a voz. Veja o nosso guia sobre o volume.

Um bar de ambiente segue o plano de café-restaurante, mas assim que há pista de dança ou noites dançantes, o plano aplicável muda e sobe. E, como em todo o lado, uma conta de streaming pessoal é proibida em uso comercial.

Na prática

A Horra propõe playlists de cocktails e afterwork curadas, com programação por horário para orquestrar a subida do início ao fim da noite, e apoio humano, com preços públicos e claros. Pensada também para bares, veja ainda o nosso ambiente lounge.

Perguntas frequentes

Que música para um bar de cocktails?

Uma banda sonora elegante e groovy que sobe de intensidade: lounge e deep house suave no início da noite, nu-disco e funk quando o ambiente se instala. A ideia é acompanhar a subida sem apressar, a um volume que ainda deixa falar.

Como fazer subir o ambiente ao longo da noite?

Aumentando progressivamente o tempo e a energia: começa-se tranquilo e suave no aperitivo, depois passa-se a grooves mais marcados à medida que a sala enche. Programar esta subida por horário evita ter de pensar nisso a meio do serviço.

Que volume num bar de cocktails?

Moderado no início da noite, para deixar a conversa fluir, depois um pouco mais alto quando a sala está cheia e animada. O volume deve acompanhar a afluência, sem nunca forçar os clientes a gritar.

Posso difundir esta playlist a partir do Spotify no bar?

Não, não a partir de uma conta pessoal: é proibido em uso comercial. É preciso uma fonte licenciada para uso profissional, e não esquecer a licença de execução pública, mais elevada havendo pista de dança.

Um ambiente que trabalha por si

Playlists cuidadas, mensagens áudio e apoio humano, tudo a partir de uma única aplicação.

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